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Em Discurso Directo I
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| Obras e épocas da Literatura Portuguesa em análise.
Estrutura da obra literária - Episódio 2
Hist. da Literatura Portuguesa - Episódio 3
Barroco - Episódios 4 a 21
Romantismo - Episódios 22 a 61
Realismo - Episódios 62 a 106
Fernando Pessoa - Episódio 107 a 117 Continua neste endereço: http://discursodirecto.podomatic.com
Cesário Verde - Episódio 118 a
Antero de Quental
Felizmente Há Luar
Aparição
Memorial do Convento |
| Última actualização: 26, Julho 2008 |
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http://linade.podOmatic.com
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| | Elementos da tragédia clássica: Desafio, ou erro trágico - Praticado consciente ou inconscientemente contra normas/entidades superiores ao indivíduo. Pathos - Aflição crescente do(s) protagonista(s) Peripécia - Súbita mutação dos acontecimentos no contrário. Reconhecimento - Desvendar da identidade de uma personagem; A mais bela de todas as formas de reconhecimento é a que se dá juntamente com a peripécia , Aristóteles, Política . Clímax - Ponto culminante da tensão dramática. Catástrofe - Aniquilamento das personagens. |
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| | Quem és tu? Um filme de João Botelho, adaptação de Frei Luís de Sousa de Almeida Garrett. Maria de Noronha, aos 13 anos, filha de Madalena de Vilhena e de Manuel de Sousa Coutinho, é uma rapariga demasiado branca e frágil, doente de febres altas e de violentas hemoptises provocadas por uma tuberculose impiedosa. Para aliviar a dor, colhe papoilas do seu jardim, transportando-as sempre nos braços e, à noite deposita-as nas almofadas da sua cama. Mas as papoilas têm um efeito devastador. O seu profundo sono é rompido por terríveis fantasmas e alucinações: o luxo e a decadência do século XVI português, o contra-ataque dos Jesuítas e a terrível Inquisição, a última esperança no nascimento extraordinário de um rei muito desejado, a loucura e a castidade do rei, a peste, o sangue e o esperma, a violação de túmulos para que se aprenda dos mortos, uma desastrosa e fatal batalha, um rei nu desaparecido, uma nação desfeita, ocupada por estranhos. Só nos restam fantasmas. |
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| | Cenário: Caves do Palácio de D. João de Portugal, madrugada de 5 de Agosto de 1599. Com a chegada do Romeiro e ao revelar a sua identidade, uma série de consequ~encias irão advir. Mostrando uma dignidade tocante, Manuel de Sousa Coutinho rende-se ao destino cruel e vai professar, juntamente com Madalena. Maria, a filha, revoltar-se-á contra uma sociedade retrógrada que, por uma questão meramente formal, passou subitamente de aprovadora para acusadora: Vós quem sois, espectros fatais?... Quereis-mos tirar dos meus braços?... Esta é a minha mãe, este é o meu pai Que me importa a mim com o outro, que morresse ou não, que esteja com os mortos ou com os vivos De nada lhe valeu a revolta, antes pelo contrário. O seu rótulo de ilegítima custar-lhe-á a morte por vergonha. |
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