Arquivos Audio da "Prof. Teresa"
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Última actualização: 19, Junho 2008
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CSI - Cromos sob investigação
  7, Junho 2006 - 16:51 - 1 MBytes (download)
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O vídeo que podem ver aqui é da responsabilidade dos alunos do 8ºC da EBICC e dos professores MF (coordenador do Clube de Cinema e Vídeo) e SM. A partir da dramatização de algumas anedotas sobre Educação fizeram um filme extraordinário que provocou risos do princípio ao fim. Aos actores de "CSI -CROMOS SOB INVESTIGAÇÃO" e aos professores que souberam despertar o que há de melhor em cada um de vós, os parabéns!!
 
Diário - o exemplo de Zlata
  4, Junho 2006 - 11:53 - 1 MBytes (download)
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A propósito de algumas coisas: - o tempo que passou sem editar este podcast - o estudo do diário como tipologia textual, a análise do tom da sua escrita - a leitura do exemplo do "Diário de Zlata Filipovic" a partir dos excertos apresentados no "Prof. Teresa" - a aquisição de um gravador digital destinado às entrevistas e às aulas (vai ser mais fácil gravar os comentários áudio dos aluno: 1. gravar; 2. transformar ou não, em mp3, publicar pelo podcast, pela odeo,...) Decidi ler, sem cuidados especiais, um excerto do mesmo. A qualidade não está má de todo. E vocês, ouviram e compreenderam?
 
Madrugada
  24, Abril 2006 - 01:27 - 4 MBytes (download)
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A minha leitura dos dois primeiros parágrafos do Capitulo I do pequeno grande romance de Jorge Amado "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, uma história de amor" que começo esta semana a estudar com os meus alunos do 8º ano. A música é "Dance of the flames" do album Budha Bar Nature.
 
Um pedido
  14, Abril 2006 - 16:17 - 1 MBytes (download)
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Só hoje vi um comentário anterior que solicitava um ficheiro com este poema. Penso que não seria este mas... esta declamação de João Villaret é, de facto, extraordinária e aqui fica. Um bom exemplo para os alunos, pelo menos. CÂNTICO NEGRO "Vem por aqui" - dizem-me alguns com olhos doces, Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem: "vem por aqui!" Eu olho os com olhos lassos, (Há nos meus olhos ironias e cansaços) E cruzo os braços, E nunca vou por ali... A minha glória é esta: Criar desumanidade! Não acompanhar ninguém. - Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre a minha Mãe. Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos... Se ao que busco saber nenhum de vós responde, Porque me repetis: "Vem por aqui"? Prefiro escorregar nos becos lamacentos, Redemoinhar aos ventos, Como farrapos, arrastar os pés sangrentos, A ir por aí... Se vim ao mundo, foi Só para desflorar florestas virgens, E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada! O mais que faço não vale nada. Como, pois, sereis vós Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem Para eu derrubar os meus obstáculos? Corre nas vossas veias sangue velho dos avós. E vós amais o que é fácil! Eu amo o Longe e a Miragem, Amo os abismos, as torrentes, os desertos... Ide! Tendes estradas, Tendes jardins, tendes canteiros, Tendes pátrias, tendes tectos, E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios. Eu tenho a minha Loucura! Levanto-a como um facho, a arder na noite escura, E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios... Deus e o Diabo é que me guiam, mais ninguém. Todos tiveram pai, todos tiveram mãe; Mas eu, que nunca principio nem acabo, Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo. Ah, que ninguém me dê piedosas intenções! Ninguém me peça definições! Ninguém me diga: "vem por aqui"! A minha vida é um vendaval que se soltou. É uma onda que se alevantou. É um átomo a mais que se animou... Não sei por onde vou, Não sei para onde vou, - Sei que não vou por aí! José Régio
 
A Aia
  7, Abril 2006 - 15:41 - 4 MBytes (download)
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Leitura dos primeiros parágrafos do belíssimo conto de Eça de Queirós tendo por fundo musical uma interpretação do concerto para violino de Sibelius por Nigel Kennedy.
 
DIA MUNDIAL DA POESIA
  21, Março 2006 - 14:32 - 2 MBytes (download)
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Ary dos Santos Original é o poeta que se origina a si mesmo que numa sílaba é seta noutro pasmo ou cataclismo o que se atira ao poema como se fosse um abismo e faz um filho ás palavras na cama do romantismo. Original é o poeta capaz de escrever um sismo. Original é o poeta de origem clara e comum que sendo de toda a parte não é de lugar algum. O que gera a própria arte na força de ser só um por todos a quem a sorte faz devorar um jejum. Original é o poeta que de todos for só um. Original é o poeta expulso do paraíso por saber compreender o que é o choro e o riso; aquele que desce á rua bebe copos quebra nozes e ferra em quem tem juízo versos brancos e ferozes. Original é o poeta que é gato de sete vozes. Original é o poeta que chegar ao despudor de escrever todos os dias como se fizesse amor. Esse que despe a poesia como se fosse uma mulher e nela emprenha a alegria de ser um homem qualquer. (Música: "Sky in the evening" de Kevin Kern)
 
Musica do Renascimento : Machaut
  8, Março 2006 - 19:17 - 1 MBytes (download)
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Imagem: "Vasco da Gama na Ilha dos Amores" de Vieira Portuense [1765-1805]
 
A propósito do episódio do "Adamastor" ("Os Lusí...
  7, Março 2006 - 11:19 - 2 MBytes (download)
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[azulejo de Sabina Direitinho]
 
Episódio 2 de "Robindon Crusoe" (apresentação)
  23, Fevereiro 2006 - 21:52 - 1 MBytes (download)
 
Podemos treinar o Francês?
  23, Fevereiro 2006 - 21:53 - 1 MBytes (download)