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| Reconhecer que fomos precipitados nos argumentos, significa, muitas vezes, humilhar-se e se fazer pequeno, reconhecer que errou. Perdoar ou liberar perdão não é ter "amnésia" sobre o ocorrido, mas sim, disponibilizar-se a restabelecer o relacionamento abalado. Do remorso ao perdão há uma pequena distância, mas o espaço é grande o bastante para residir o orgulho. Sentimento este que nos tentará convencer de que o ato de se desculpar ou reconhecer seu erro é atitude dos fracos. |
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| Quem conquistou uma verdadeira amizade, deposita e acredita na integridade do amigo. Se a confiança mútua enriquece e fortalece nossos vínculos, a desconfiança nos faz ficar em constante “estado de alerta”.
Saiba mais acessando: http://dadomoura.com/2008/01/05/a-amizade-em-estado-de-alerta/ |
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| Frustra o coração dos pais quando deparam com situações contrárias àquelas que planejavam para os filhos. A tranqüilidade deles é abalada quando o que tinham como expectativa para o futuro dos filhos desmorona. Pensar ter falhado na missão, como educadores, traz sérios efeitos “colaterais”...
Leia mais em http://dadomoura.com/2007/11/28/quando-pensamos-ter-falhado-na-educacao/ |
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| Muitos casamentos tiveram um desfecho nada parecido com os contos de fadas. Muitos fatos podem compor ou tentam justificar os motivos que levariam alguém a romper definitivamente um compromisso e, com isso, desencadeia uma série de outros fatores.
Acesse: http://dadomoura.com/2007/11/09/separacao/ |
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| Falar sobre a morte, aquela que estabelece o fim da vida biológica de alguém, sempre nos faz querer mudar de assunto. Para o moribundo, ainda que ele estivesse a espera da morte, será sempre uma surpresa sua chegada, assim como para os entes queridos.
Para quem muito amou ficará a sensação de que a vida foi curta para desfrutar da companhia do outro. E para aqueles que reconhecem ter desperdiçado o tempo com "picuinhas", há ainda a chance de aprender com as dolorosas lições que a morte nos oferece.
Acesse o conteúdo desse podcast em http://dadomoura.com/2007/11/01/o-que-aprendemos-com-a-morte/ |
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| Será possível manter verdadeiros sentimentos por alguém através de dispositivos virtuais? Seria possível amar alguém que se conhece virtualmente? O que poderia tornar menos verdadeiros os nossos sentimentos, quando se utiliza o computador com todas as suas possibilidades de viver um relacionamento?
Sobre esses questionamentos que gostaria de apresentar mais um trabalho. Acesse meu blog para conhecer o artigo que originou este podcast em http://dadomoura.com/2007/06/20/sentimentos-trocados-em-ambiente-virtual/ |
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| Neste podcast estamos agradecendo os 20.000 assinantes que oportunamente coincidiu com o nosso primeiro aniversario. Conheça o site onde estão postados os artigos desses podcasts em www.dadomoura.com |
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| Quando começam a aparecer as diferenças de comportamento num relacionamento, surgem também os conflitos. E, muitas vezes, nós caímos na tentação de dizer que “fulano” está colocando as “garras para fora”; isto é, está manifestando aquilo que realmente o é. Saiba mais acessando http://dadomoura.com/2007/05/27/quem-ve-cara-nao-ve-coracao/ |
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| Ao observarmos as brincadeiras de nossos filhos, muitas vezes, vamos nos surpreender com a fiel representação daquilo que, sem perceber, costumamos fazer. Sem muito esforço, perceberemos que até a nossa maneira de falar, gesticular ou de nos comportar são fielmente reproduzidos pelas nossas crianças como se estivéssemos vendo a nossa versão em miniatura. |
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| Todos nós temos a liberdade de falar o que pensamos e sentimos. No entanto, falar abertamente, na franqueza dos nossos sentimentos a respeito de alguma coisa, muitas vezes, pode causar um efeito contrário ao pretendido.
Leia o artigo na integra em http://dadomoura.com/2007/03/28/o-momento-para-se-falar-a-verdade/ |
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| Ficamos surpresos em conhecer casais que, numa idade em que a vitalidade de suas vidas esteja apoiada por muletas, ainda celebram suas bodas. Acreditar que nossos relacionamentos durarão por toda uma vida pode até nos trazer um sentimento de impossibilidade. Saiba mais lendo o artigo na integra em http://dadomoura.com/2007/04/09/um-compromisso-para-toda-a-vida/ |
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| Em todos os nossos compromissos não viveremos apenas as alegrias das festas e o calor dos abraços saudosos daqueles que nos amam e consideram a nossa presença importante, mas também, as dificuldades. Ainda que houvesse muitos momentos de júbilo em nossas convivências e confraternizações, seguramente, haverá, também, momentos em que preferiríamos romper com a amizade e fugir do mapa.
Leia esse artigo na íntegra em http://dadomoura.com/2007/04/23/a-dificuldade-da-reaproximacao/ |
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| Com o passar do tempo, temos a impressão de que a relação parece estar sendo sustentada apenas por um dos namorados. O desinteresse nos compromissos é justificado por “desculpinhas”, entre outras coisas, que originalmente não faziam parte do relacionamento. As evidências apontam para caminhos que talvez não gostaríamos de assumir... Leia este artigo na integra no link http://dadomoura.com/2006/12/27/quando-o-namoro-chega-ao-fim/ |
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| Na busca de maiores chances de trabalho, nossos modelos aceitam a viver a ditadura de um modismo que impõe padrões de medidas existentes somente para bonecas.
O glamour das passarelas, dos holofotes, das inúmeras viagens e de grandes somas de dinheiro são alguns dos fatores que agem na cabeça de muitas moças e rapazes... acesse http://dadomoura.com/2006/12/03/complexo-de-gata-borralheira/ |
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| A fim de minimizar os traumas e de preservar a perpetuação do título que o ser humano é "sociável", devemos acreditar na mudança e no controle dos nossos impulsos; especialmente daqueles que facilmente se sobrepõem à nossa racionalidade... saiba mais acessando www.dadomoura.com |
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