Anne Love Joy - Lisbon Lights
Coldfinfer - Dragon Fly
Norton - Frames of Yourself
Lollipop Boy - Dive
MicroAudioWaves - Curl Like a Cannonboal
Hipnotica - Soulrise
Eugénia Melo e Castro - Terra de Mel
Casino Royal - Now That I am Blond
Chauffeur Navarrus - A12
T3+Uns - 6 Dias
The Zoeys - TRippin The Fire
Loja das Conveniências - Fim do Relógio
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Emmy Curl - Tell me
Shannen Macleason - Hammer
Teresa Gabriel - Balance
Suricata - DEsculpas
Ornatos Violeta - Mata-me Outra Vez
Azevedo Silva - Palavras de Ninguém
Blasted Mechanism e Daleame - Hand Full of Nothing
Daweasel - Essencia
Zen - Never Gonna Give Up
Sam The Kid - Sedução
1 Uik Project - Dá-me Lume
Beat of Gaia
Amalia Revisited
Claud - Prantozinho
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Rosa Negra - Novo Fado da Severa
Danças Ocultas - Siroco
Xaile - Roda da Alegria
M. João e M. Laginha - Pés no Chão
Vicious Five - Five Coffee Helps
Peste e Sida - Pensar Muito Faz Mal; Fado do Estudante
Os Pontos Negros - Aprendi Piano
Tape Loading Error - Today
One Time Child - Ganza na Areia
Lullabye - Confessions
Deolinda - Fon Fon Fon
Ana Moura - Fado da Procura
Blind Zero - Can't Hold You Down
Civic - BreakFall
Parkinson - Alright
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Rose Blanket - Rosinha
Projecto Fuga - Brisa (Infinito)
Tambor - A Tua Falta
Ovo + Melo D - Dá-me Carinho
Viviane - Estes Dias Sem Ti
Rodrigo Leão - Café dos Emigrantes
Mesa - Estrela Cadente
Mike Bamble - Radio
Fingertips - Move Faster
Eye - Dream Again
Genius Loki - Heart Attack
Spelling Nadja
JigSaw - Letters from the Boatman
Guys From The Caravan - Adam
Corsage - Wedding By The Mall
Sean Rilley - Moving On
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Aurea - Okay Alright
Skalibans - Sunshine
Los Tomatos - Ganda FlasMan
Funky Messengers - Cheira a Funky
Kumpania Algazarra - Just One Step
Primitive Reason - Camino
Zedisaneonlight - Give You My Love
Afonsinhos do Condado - Leva-me Contigo
Daweasel - Toque Toque
CTC - Chiclete
Woman in Panic
Paranormal Attack - My Beats Gonna Rock You
U-Clic - ICI in Disneyland
Million Dollar Lips - Round
Foi o concerto que mais esperei em Corroios - Slimmy - e o seu muito bem recebido "BeatSound Loverboy". A imagem faz parte da embalagem que Slimmy criou em seu redor mas é de música rock/electrónica que se vê quem é o Paulo, o verdadeiro nome do "magrela" (que adora a maneira como as inglesas dizem Paulo, com uma toada latina "PAOLO").
Um colega (que nem sob tortura direi o nome) afirmou adorar o som do Slimmy mas confidenciou-me que a imagem efemininada o incomoda profundamente. A mim em particular, que adoro a androginia (não fosse "Je T'Aime Moi Non Plus" um dos meus filmes favoritos), acho extremamente aliciante o jogo sexual do cantor em palco. Usa Tops, tomara eu ter corpo para vestir, não tem medo do cor-de-rosa, nem das calças justos e de cintura descaída. Os restantes elementos da "Crew Slimmy" entram no espírito e quem julga que não passam de um grupo de "panilas" a fazer música alternativa, desengane-se.
"Beat Sound Loverboy" é um CD urbano onde Paulo experiencia em forma de canção muitas das mulheres que passaram pela sua vida. Honestamente um dos melhores discos de 2007 na música portuguesa. E em Corroios, os fotógrafos deleitaram as suas lentes captando as belíssimas poses a que o vocalista não se coibiu. Até deu direito a que os site sons da garagem tirassem a que para mim é uma das melhores "flashadas" do espéctáculo. A fazer lembrar a capa do LP dos Rolling Stones "Sticky Fingers" com fotografia do criador da Pop Art Andy Warhol.
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Plastica são amigos da casa, Corroios, de onde são emitidas estas emissões da OPA. Os almadenses atravessaram ventos e tempestades, e com mais ou menos mediatismo, continuam a percorrer o caminho rumo ao rock cada vez mais alternativo e experimental.
Não podemos esquecer o primeiro trabalho "Pop Songs and Rock People" foi uma verdadeiro Boom em Portugal com os singles "Baby Gasoline" e "Sleep all Night". Entretanto com Miguel Fonseca a assumir o controlo vocal da banda, o rumo mudou ganhando outros contornos. Do brit-pop a lembrar objectivamente os Suede (e eles não o negam), a ritmos psicadélicos que recuperam os últimos trabalhos dos Beatles - quando Yoko Ono já andava por perto, Lennon só produzia sob o efeito de ácidos e Harrison perdido pelo Hinduísmo apenas queria meditar.
E isto agora pode não ter nada a ver, mas li há uns dias na revista Blitz uma entrevista do Jon Bon Jovi - considerado por muitos a anedota do Rock - concluia que os maiores são genericamente os mais simpáticos e acessiveis. Mr. Giovi falava da sua experiência com os Rolling Stones quando apenas era um puto que servia cafés. Pela minha experiência, e que já é considerável, tenho constatado que as maiores estrelas da música nacional com quem tenho privado, são sem sem sombra de dúvidas as mais humanas. Outros que têm passado pela OPA, jamais irão a lado algum - e aqui tenho de seguir o conselho do meu querido De Sousa e saber dizer Não ao que não presta - revelam-se pedantes e de uma ignorância sem par.
Os Plastica são gente boa, já andaram por vários países a promover a sua música que não é de massas, mas ao colectivo só interessa que possam continuar a tocar com prazer. Não esqueço a gentileza do Miguel para com a OPA e a OPA continuará naturalmente a tratá-los com a mesma atenção. "Kaleidoscope" é o mais recente trabalho, intimo, direccionado para salas pequenas. Este ano foram os cabeça de cartaz da primeira noite da XIII Edição do Festival de Corroios, e aquele não é o melhor espaço para o som que actualmente praticam. Mesmo assim foram profissionais e afáveis.
Esta semana recordamos a entrevista a propósito do Festival e como é meu apanágio falou-se de tudo e mais alguma coisa. Notem a voz constipada do Fonseca, estavamos no Inverno...e pensar que ainda foi ontem que os Profilers berravam de alegria pela vitória no Festival cá da Terra. Pessoal, continuo à espera da música sobre Marguerite Duras!
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YSGA um dos cabeças de cartaz da XIII Edição do Festival de Música Moderna de Corroios. Na altura o concerto assentava no disco de estreia, registo vibrante com malhas punk Shell Turn Us All On ou o single de apresentação com grande um brutal powerplay na rádio portuguesa Like When I Was 17. Malhas rápidas, directas, com coros orelhudos e rifs contagiantes. O Rock é isso mesmo!
Participaram no Festival de Corroios mas nunca chegaram, e segundo as palavras do vocalista Pedro Gabriel A ganhar nada, facto é que anos mais tarde são convidados para integrar o cartaz do concurso, a ganhar e se calhar nada mal! São as ironias do destino
Emocional Cocktail é o segundo trabalho e segue a linha coerente do CD anterior, embora com faixas menos rápidas, mas sem descaracterizar a sonoridade do colectivo de Lisboa. Não deixa de ser estranho que consigam ser tão eficazes em disco e ao vivo - com uma atitude altamente profissional sem que se note elos emocionais entre os vários elementos. Cada um viaja no seu próprio cocktail emocional e talvez por isso, eu enquanto apreciadora da música dos YSGA receie que este disco marque o princípio do fim.
A sintonia é o que faz uma banda e embora sejam bons executantes, quando nos camarins as relações não funcionam de feição é capaz de se caminhar a passos largos para o abismo. Vejamos o caso dos Sex Pistols (para o melhor e para o pior). Espero que na Tour deste novo trabalho tenham tempo de recuperar o fôlego que traduz a paixão que têm pela música e que ponham para trás das costas as politiquices mercantis.
A outra diz "cantarei até que voz me dôa". Espero que vocês toquem até que vos sangrem os dedos...
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Uma necessidade inexplicável de recuperar esta entrevista - que já antes esteve em destaque na OPA - apoderou-se de mim. Uma conversa intemporal há mais de um ano, que pelo actual rumo dos acontecimentos faz todo o sentido retomar.
Atenção! Não há nesta missiva qualquer sentimento de pena, ela não precisa disso para nada, trata-se apenas de fazer justiça a um dos nomes revelantes da pop nacional dos anos 80, Lena D´Água.
Temos o péssimo hábito de tratar mal a nossa história, seja em que âmbito for. Há mais para além das aventuras exacerbadas dos "Lusíadas" que aprendemos na Escola. As mulheres, em especial, são bastante ignoradas quando têm um papel predominante neste pequeno país que mantem (sem saber) um machismo mascarado.
A Lena continua a cantar e melhor do que nunca, então porque as rádios insistem em passar a versão "martelada" de "sempre que o amor me quiser" dos 80s, em vez de apostarem na recente gravação jazzy que fez no Hot Club de Lisboa deste e muitos outros temas impares da nossa música, incluidos no CD "Sempre"?
A pergunta fica lançada. As respostas podem ser muitas, mas não nos apetece estar a discutir o sexo dos anjos, mastigar o que está mais do que pronto para ser deglutido.
A música que a Lena faz neste momento merece um ouvido atento e não é frutode um producto pré-feito e refeito para ouvidos preguiçosos.
Quando li que a senhora Águas vai deixar de gravar, visto que o mercado lhe parece ter virado as costas, da minha parte instintivamente sabia que tinha de fazer algo.
Este é o meu contributo. Não deixem que ela se cale para "Sempre"!
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Adelaide Ferreira seria a cara da OPA há 20 anos atrás, não agora. Mesmo assim não resisti em dedicar uma emissão dedicada à diva do Hard-Rock portugês.
Gosto acima de tudo do historial desta mulher de armas, com uma extensão vocal assustadora e que assume as suas grandezas, sem esquecer o reverso, o seu lado explosivo, carente e uma personalidade cheia de fraquezas e franquezas.
De patinho feio a animal de palco, foi um passo de gigante, num país que prefere recordá-la pelas baladas para constituir família. Amantes e Mortais é "um ganda disco" e nem sequer viu a luz do dia em versão digital. Em conversa com a Adelaide chegámos à conclusão de que esse trabalho deveria constar como um registo essencial do Hard-Rock nacional. Que tal uma edição limitada nem que seja de apenas mil exemplares?
Ela defende as escolhas que fez mas diz-se mais tranquila, agora que está a meio gás. As filhas são a prioridade e por elas toma decisões artisticas muito questionáveis pelos que não cedem nem um milímetro na sua arte. Se o povo quer baladas, ela dá baladas e sabe que a sua voz é o instrumento que mete a comida na mesa e perserva-a.
Tivemos uma conversa divertida, intimista e houve até lágrimas. Uma entrevista sem cortes, incluindo os preparativos técnicos, até aos momentos que supostamente deveriam ser para cortar.
Na OPA não há lápis azul. Duas horas de emissão com o selo de verdade da OPA.
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A crítica e o público não lhe poupam elogios. Para além da saudade editado em 2007 fê-la viajar por todo o mundo constando na lista dos melhores CDs da música portuguesa lançados o ano passado levou ainda para casa, em Maio passado, o galardão de melhor interprete na III Gala Amália Rodrigues.
A jovem fadista de 28 anos continua humilde com um sentido de orientação muito bem traçada. Mentor desde o primeiro momento, Jorge Fernando (com mais de 30 anos de carreira) considerado o menino de Ouro de Amália mantém-se firme ao lado de Ana Moura conferindo-lhe um registo único e inimitável. Fado rejuvenescido em letras contemporâneas e um frescor contagiante na linha melodia das suas canções.
Após tantos palcos pisados, a cantora não dispensa o contacto com os fadistas históricos, que ainda cantam nas casas de Fado dos bairros típicos da capital. Embora tenha começado por cantar no Sr. Vinho de Maria da Fé (outra das mentoras), actualmente dá um pulinho até à Casa de Linhares, junto à Casa dos Bicos, porque foi assim que tudo se começou a desenhar na sua carreira. Usando as suas palavras, precisa de sentir a quentura do público. Gosta de descobrir a tradição na voz e nas palavras que ajudaram a transformar o Fado na canção de Portugal, levando assim a nova geração a querer redescobrir as raízes nacionais.
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ALF dão primazia à palavra. Orgulham-se da língua e têm prazer na sua articulação. ALF não são de outro mundo,antes terrenos e poetas. Será possivel juntar os dois conceitos? ALF olha o mercado musical português nos olhos e junta-se a outros projectos na criação do MAR, por outro lado, deixam que as palavras construam um puzzle que só a banda compreende. Em poucas linhas este é o planeta ALF...
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The Room74 - We Can Change The World
YSGA - She Turn Us All
The Last Lesbian Show - Tokyo, Copacabana
Projecto Fuga com Celina da piedade - Valsa do Vento
Amélia Muge - O Que vê o Meu Olhar
Carlos Maria Trindade - Deep Travel
Adelaide ferreira - Baby Suicida
Gabriela Chaaf - Homem Muito Brasa
Maria João e Mário Laginha - BlackBird
Patricia Vasconcelos - Se o Amor Fosse Só Isto
Maria de Medeiros - A Little More Blue
The Profilers
Mariza - Rosa Branca
AnaBela - A Baleia Azul
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Viviane - Meu Coração Abandonado
Rodrigo Leão - Memórias
A Naifa - Calças Vermelhas
Corvos - Contentores
Dead Combo - Mr. Leone
Joel Xavier - Nostalgia
Sam The Kid - Estranha Forma de Vida
JC Loops Feat. Ana Laíns - Povo Que Lavas No Rio
Composto de Mudança - Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades
Tiago Bettencourt - Canção Simples
Lobo - Esta Canção
Ornatos Violeta - Dez Lamúrias por Gole
Nuno Prata - Eu Não Sou Um Fantasma
Icon - Learpholl
Shannen Macleason - Flying'Angel
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Kumpania Algazzarra - Gipsie Raggae
TerraKota - WaterFireBurn
Primitive Reason - Viaje Al Oeste
Mesa - Boca do Mundo
Marco Medeiros - Sem Rasto
Susana Felix - Mais Olhos Que Barriga
Xutos e Pontapés - Circo de Feras
UHF - Cavalos de Corrida
GNR - Portugal na CEE
Daweasel - Toque Toque
Manif3stos
Expensive Soul - Brilho
O Nome dos Vencedores do Passatempo UHF:
- Porfírio Evangelista (Guarda)
- Paulo Almeida (Lisboa)
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