Musica Discreta
RADIO ART & SOUNDSCAPES - Um jardim sonoro onde cultivo espécimes raros e algo exóticos. Um espaço musical fecundo, aberto à visitação e pronto a receber novas colaborações. Aqui você encontra rádio arte, avant-garde, minimalismo, paisagens sonoras e silêncio. @@@ POR FAVOR, DEIXE SEUS COMENTÁRIOS OU SUGESTÕES. @@@ If you are an english listener don´t worry. You can enjoy our music. Leave your comments here or e-mail us at robertodugo@uol.com.br
Última actualização: 16, Maio 2006
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KASHMIR - Led Zeppelin | Jaz Coleman
  30, Setembro 2007 - 02:00 -
LED ZEPPELIN SINFÔNICO - Versão orquestral de alguns dos principais temas da legendária banda inglesa de rock LED ZEPPELIN. Arranjos e orquestração: JAZ COLEMAN. Produzido por: Jaz Coleman e Youth. ORQUESTRA FILARMÔNICA DE LONDRES, dirigida por PETER SCHOLES. CD lançado em 1997 pelo selo POINT MUSIC. (Nesta edição, vinhetas c/ a voz de Fernando Uzeda, sobre a música "Variações para uma porta e um suspiro", de P. Henry) Mais informações sobre o CD SYMPHONIC LED ZEPPELIN: http://musicadiscreta.blog.uol.com.br
 
INTERLÚDIO CINEMATOGRÁFICO - Gabriel Yared
  29, Setembro 2007 - 02:00 -
BETTY BLUE E OUTRAS TRILHAS [ CINEMA E BALÉ ] - Nesta edição, trago a música de balé de GABRIEL YARED (1949), um dos mais premiados compositores de trilhas da atualidade. Desde os anos 80, Yared tem assinado algumas das trilhas mais sedutoras do cinema europeu e norte-americano. Sua música pode ser ouvida em filmes tão diferentes como BETTY BLUE (Dir.: Beineix, 1986) e O PACIENTE INGLÊS (Dir.: Minghella, 1996), com o qual recebeu a estatueta dourada. Alguns outros filmes musicados por Yared: O Talentoso Ripley (1999), Cidade dos Anjos (1998), O Amante (1991), Vincent & Theo (1990), Tia Danielle (1990) e o delicado Camille Claudel (1988). No total, são mais 70 partituras. Mais do que no cinema, Yared parece realizar-se artisticamente compondo para balés. Vamos ouvir, a música que Gabriel Yared criou em 1987 para o espetáculo de dança SHAMROCK, da coreógrafa americana CAROLYN CARLSON. Temos aqui um Yared preocupado não apenas com a criação de atmosferas sugestivas, mas também com a plasticidade; com o gesto e a exploração de novos timbres e texturas.
 
THE SOUND OF A VOICE - Philip Glass | Wu Man | David Henry Hwang
  27, Setembro 2007 - 02:00 -
O SILÊNCIO E O SOM DE UMA VOZ - O compositor Philip Glass escreveu até o momento poucas obras verdadeiramente silenciosas. Algo, porém, desse gesto silêncioso inaugural foi resgatado pelo compositor em sua ópera de câmara The Sound of a Voice de 2003. The Sound of a Voice é formada por duas pequenas óperas nas quais os sonhos e as fantasias de um velho escritor japonês e de um samurai são apresentados de maneira intimista e delicada. A música para essa alegoria existencial é escrita para um conjunto pouco comum, que combina com sutileza instrumentos ocidentais e asiáticos, incluindo muita percussão. Nesta edição, ouviremos uma suíte instrumental extraída dessa ópera, com solo de pipa a cargo da virtuose chinesa Wu Man. Pipa é uma espécie de alaúde chinês de quatro cordas, tocado verticalmente. + http://musicadiscreta.blog.uol.com.br
 
TAMBORES DE ÁGUA - Pigmeus Baka
  21, Setembro 2007 - 02:00 -
BRINCANDO NA ÁGUA: UM JOGO ENTRE O MELÓDICO E O RÍTMICO [ Polifonias vocais e Polirritmias dos PIGMEUS BAKA ] - Para os Pigmeus Baka, que habitam as florestas tropicais de Camarões, do Gabão e do Congo, a música é uma metáfora da vida. Ela está presente em quase todas as ocasiões, dos rituais de cura aos de iniciação, das canções de caça aos jogos coletivos, do nascimento à morte. O dia-a-dia desses nômades da África Central é sempre acompanhado por eventos e atitudes musicais. Uma das manifestações artísticas mais fascinantes dos Pigmeus Baka (Camarões) é o Tambor de Água. Um jogo em que mulheres e meninas literalmente “tocam o rio”. Elas entram no rio até a cintura, e com as mãos golpeiam a superfície da água. Cada uma delas toca um padrão rítmico diferente. Juntos eles formam uma textura rítmica sincopada mais complexa. É uma grande diversão, uma brincadeira que nos ensina muito sobre as raízes da cultura. PAISAGEM SONORA. SOUDSCAPE. + http://musicadiscreta.blog.com.br @@@ + http://www.maurocampagnoli.com/baka/
 
AUTOMATIC WRITING [ REEDITADO ] - Robert Ashley | Alvin Curran
  17, Setembro 2007 - 02:00 -
ESCRITA AUTOMÁTICA [ EDIÇÃO SILENCIOSA ] - Versão (quase) sem palavras. Duas composições experimentais dos anos 70: "Automatic Writing", de Robert Ashley (1979), e "Canti Illuminati", de Alvin Curran (1978). Dois PIONEIROS DA MÚSICA ELETRÔNICA. Oralidade e Paisagem Sonora. Fragmentos publicados na coleção de CDs "OHM - THE EARLY GURUS OF ELECTRONIC MUSIC". Foto: Não, não é o Wilson Sukorski! Trata-se de outro talentoso compositor-performer: o americano Alvin Curran @@@ + informações: http://musicadiscreta.blog.uol.com.br OUÇA TAMBÉM NESTA PÁGINA: "My Name is Oona", "O Estranho no Ninho", e a versão comentada deste programa "Escrita Automática".
 
MÉXICO PRÉ-HISPÂNICO - Jorge Reyes
  14, Setembro 2007 - 02:00 -
XAMANISMO - MÉXICO [ PRÉ-HISPÂNICO | EL COSTUMBRE ] - O performer mexicano JORGE REYES desenvolve um trabalho de pesquisa musical inspirado nas civilizações pré-colombianas da MESOAMÉRICA. Em discos e apresentações ao vivo, ele combina instrumentos indígenas e seu próprio corpo num diálogo com a tecnologia eletrônica. REYES faz uma recriação muito particular das culturas MAIA e ASTECA. Como num sonho, ele evoca imagens vivas e coloridas a partir do silêncio que cerca os monumentos encobertos pela floresta. Paisagens sonoras imaginárias. ETNOMUSICOLOGIA e ROCK PROGRESSIVO. PERCUSSÃO CORPORAL.
 
ESCRITA AUTOMÁTICA - Robert Ashley | Alvin Curran
  11, Setembro 2007 - 02:00 -
SEGREDOS ELETRÔNICOS [ AUTOMATIC WRITING & CANTI ILLUMINATI ]. Nesta edição, duas composições experimentais dos anos 70. Música ambiental criada por meio de manipulações eletronicas. Fonética. Psicoacústica. ASHLEY trabalha com a linguagem falada, focado na construção de um "discurso involuntário". Busca os ritmos da oralidade a partir do registro de pensamentos espontâneos. Compõe "óperas" com o microfone (e com a câmera de vídeo). CURRAN é um compositor-performer dedicado a criação de paisagens sonoras híbridas. Trabalha com gravações e manipulações eletrônicas em tempo real, além de tocar instrumentos de sopro e sintetizadores. Usa a própria voz em estranhas vocalizações. Um lírico da música experimental. Foto de Man Ray: "Hand on lips" (1929).
 
PSYCHE ROCK - Pierre Henry | Michel Colombier
  27, Agosto 2007 - 02:00 -
A GENEALOGIA DO TECHNO, ELECTRO... - Poderia ser a trilha de "AUSTIN POWERS", mas é a música para um bailado de MAURICE BEJART. Escatologia eletrônica embalada em rock and roll dos anos 60. O compositor francês Pierre Henry é co-autor da “Sinfonia para um Homem Só” (1950), uma das obras inaugurais da chamada “música concreta”. É música feita de sons e ruídos pré-gravados, uma arte inventada por outro Pierre, seu compatriota, o grande Pierre Schaeffer (1910 – 1995). Tanto a música concreta francesa quanto a música eletrônica alemã nasceram em estúdios de rádio. Nada mais justo então do que difundi-las nesta reencarnação cibernética do rádio que é também o podcast. Nesta edição, ouviremos a psicodelia eletrônica da “Missa para o tempo presente”, criada em 1967 para um balé de Maurice Bejart (1927 -). Assim como a “Sinfonia para um Homem só”, essa também é uma obra criada a 4 mãos: a parte eletrônica esteve a cargo de Pierre Henry; os arranjos e as “levadas” de rock psicodélico foram criados pelo já falecido compositor e arranjador Michel Colombier (1939 – 2004). Mais - www.musicadiscreta.blog.uol.com.br
 
TYGER! TYGER! (REVISTO) - William Blake | Bill Douglas | John T...
  11, Julho 2007 - 02:00 -
O CORDEIRO E O TYGRE [ POESIA INCOMUM | MÚSICA TRADICIONAL ] - Nesta edição, "Canções da Inocência e da Experiência", do poeta e visiorário inglês WILLIAM BLAKE (1757 - 1827). Música de BILL DOUGLAS e JOHN TAVERNER. Traduções de THE LAMB (O CORDEIRO), THE TYGER (O TIGRE) e de outros poemas, por Augusto de Campos, Paulo Vizioli, José Paulo Paes, Gilberto Sorbini e Weimar de Carvalho. Trilha incidental na leitura de "O Tygre": ZOOPHONIA, de MICHAEL FAHRES (1995). SAIBA MAIS: http://musicadiscreta.blog.uol.com.br
 
NAQOYQATSI - Philip Glass | Yo-Yo Ma | Godfrey Reggio
  18, Junho 2007 - 02:00 -
ENCONTRO DE PHILIP GLASS & YO-YO MA [ Edição sem palavras ]. Trilha-sonora. "Um dos poucos momentos realmente orgânicos de NAQOYQATSI (2002), em termos de articulação audiovisual, mostra exercícios de atletas olímpicos: movimentos de gisnastas capturados e manipulados com um enfoque plástico, heróico/militar, quase fascista. Há aqui música, carregada de dramaticidade operística e imbuída de uma verve hard rock. Ao evocar o sacrifício inerente à superação dos limites físicos, a seqüência devolve às esferas míticas o mundo da competição esportiva – isso graças à atmosfera criada pelos lancinantes solos de cello escritos para Yo-Yo Ma: “Massman”, verdadeiro movimento de concerto para violoncelo e orquestra e ponto alto da participação do instrumentista sino-americano na criação de Glass e Reggio". LEIA MAIS em: http://musicadiscreta.blog.uol.com.br
 
1996 - Ryuichi Sakamoto (revisto)
  9, Junho 2007 - 02:00 -
ANTES DO OUTONO ACABAR [ Una quasi fantasia ] Tarde de outono, 1996. Ryuichi Sakamoto recebe em seu estúdio o cellista brasileiro Jacques Morelenbaum. O reflexo do sol tinge as teclas do piano silêncio grávido de som. Chega o violinista e, olhos fechados, os três músicos atacam um Trio. Piano, cello e violino apenas o essencial. 1996: Sakamoto grava um CD intimista com versões camerísticas de alguns de seus temas mais bonitos: "MERRY CHRISTMAS MR. LAWRENCE" | "O ÚLTIMO IMPERADOR" | "O CÉU QUE NOS PROTEJE"| "DE SALTO ALTO" | "O MORRO DOS VENTOS UIVANTES".
 
FILM MUSIC - Mark Isham
  3, Junho 2007 - 02:00 -
TRILHAS SONORAS - [ VIAGEM DE INVERNO ] Paisagens musicais de Mark Isham (NY, 1951), tompetista americano, pioneiro da música eletrônica dos anos 80 e um dos melhores compositores de trilhas sonoras da atualidade (assina a música de “Crash”, entre outras tantas trilhas). SetList: “Mrs. Soffel” (1984) | “The Times of Harvey Milk” (1983) | “Never Cry Wolf” (1983). Composições atmosféricas marcadamente influenciadas por gestos minimalistas. Em 1999, Isham gravou um álbum dedicado a Miles Davis. O CD chama-se “Miles Remembered – The Silent Way Project”: um tributo aos experimentos eletrificados do ícone do jazz fusion (Columbia Records – 1999). Vale a pena conferir! Mais informações, acesse o blog: http://musicadiscreta.blog.uol.com.br
 
CATAVENTO - Philip Glass
  17, Maio 2007 - 02:00 -
PRIMEIRO ANIVERSÁRIO - Edição Comemorativa: um ano de "Música Discreta" na web! Como trilha sonora, escolhi uma simples melodia de Philip Glass, em duas versões camerísticas: "Love Divided By", para flauta e piano, e "Windcatcher", para quarteto de saxofones. Foto: Phil Glass segurando página da partitura de "Einstein on the Beach" (1976). Disponível no site oficial do compositor www.philipglass.com
 
MY FAVORITE THINGS - Roberto D Ugo Jr
  5, Maio 2007 - 02:00 -
MÚSICA DISCRETA VAI ÀS COMPRAS - Confira esta Edição Experimental gravada na véspera do Dia do Trabalho. Uma exploração doméstica dos limites e convenções da linguagem radiofônica. Rádio livre ou fetichismo digital? Serendipities musicais e humanas: um setlist desviante apresentado em meio à Paisagem Sonora de um grande supermercado da capital paulista: guinchos metálicos, doce crepitar de polipropilenos. Cricrilar de caixas registradoras, esbarrões aqui e ali. Um gesto perdido de gentileza e uma desvairada corrida de carrinhos metálicos. Música como mercadoria. SOUNDSCAPES. Na seqüência: John Coltrane | Michael Nyman | Wim Mertens | Sigur Rós | Laurie Anderson | Bjork | Radiohead | The Velvet Underground. @@@@@@@ Arte = José Geraldo Martins in http://zegeraldo.free.fr/
 
SPILLANE - John Zorn
  14, Abril 2007 - 02:00 -
PAISAGEM SONORA DE UM FILME NOIR - SPILLANE: John Zorn (1987). [...] "Por volta da época de 'Shuffle Boil' (seu tributo a Thelonious Monk), John Zorn começou a compor na maneira que ele chamou filecard composition. Com esse método, ele começava fazendo listas de impressões, idéias, e retalhos de som, algumas das quais eram depois transferidas para fichas como eventos individuais. Da mesma forma, em 'Spillane' (seu tributo a Mickey Spillane, o autor das séries do detetive Mike Hammer dos anos 50), por exemplo, essas fichas, uma vez escolhidas e arranjadas de maneira apropriada, tornam-se a própria partitura. Zorn então leva essa partitura-fichário, juntamente com os músicos especificamente escolhidos por ele, para o estúdio de gravação, onde ele lentamente constrói a peça, seção por seção." (Trecho de TALKING MUSIC, de William Duckworth). Para mais informações sobre John Zorn e "Spillane", visite o blog: http://musicadiscreta.blog.uol.com.br