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 Um Conto Americano - The Water Engine , um original de David Mamet, escrito para teatro radiofónico, mais tarde adaptado ao teatro e ao cinema (TV) . Esteve em cena ,até meio de Julho de 2008, em Lisboa no Teatro D. Maria II , numa encenação de María Emília Correia.
Aqui fica uma banda sonora evocativa deste espectáculo.
É uma mistura livre de sons que não corresponde ao que se ouviu no D. Maria II.
Nesta banda de som em destaque a música de Mark Harp, um músico de Baltimore , que compôs para uma das encenações americanas deste original de David Mamet. Também se ouvem pequenos excertos
de emissões de rádio ,Franklin Roosevelt....
Note-se que a história decorre em 1934, em Chicago, quando alguém inventa um motor que trabalhava a água... |
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 Leonel Moura
é um artista plástico que tem desenvolvido nos últimos anos uma série de projectos que fundem arte, tecnologia e ciência, da qual se destacam os Robots Pintores.
É autor de vários livros e de inúmeras exposições e conferências em muitos países.
Em 1995 na Bienal de Cascais, juntou em Portugal cientistas como Renè Thom ou Humberto Maturama e historiadores de arte como Harald Szeeman ou Benjamim Buchloh, entre outras personalidades relevantes, num debate em torno do conceito de utopia.
Nessa bienal foi também apresentada a Internet, num momento em que este meio de circulação de informação era ainda pouco conhecido por cá.
Pouco antes dessa Bienal sobre a utopia concedeu uma entrevista ao Café Virtual da XFM.
São alguns extractos dessa conversa de 1995 que pode ouvir aqui.
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 O projecto nasceu no fim de 1995. O nome foi extraído de uma passagem trágica do filme "Down by Law" de Jim Jarmush, por sugestão de Antoine Pimentel.
O grupo de Coimbra era formado por Antoine Pimentel (Bateria), Filipa (Violino), João Baptista (Baixo), JP Simões (Voz), Luis Pedro (Piano, Bandolim, Acordeon), Marco (Saxofone), Pedro Renato (Guitarras), Raquel Ralha (Voz) e Sérgio Costa (Guitarra e Flauta Transversal)
Começaram por conquistar a opinião da crítica com o seu espectáculo no Festival de Paredes de Coura e depois assinaram uma série de preenchidos concertos antes dos trabalhos de finalização do seu primeiro disco que esteve para ser lançado pela Lux Records.
"Fossanova" foi editado pela Nortesul. Esse primeiro álbum foi alvo de uma reedição onde se acrescentou um segundo CD que além de versões de Telephone Call From Istanbul de Tom Waits e Goldfinger de John Barry ainda incluía remisturas a cargo do próprio grupo, dos Arkham Hi-Fi e de Alex FX.
Foi também lançada a edição em vinil de "Fossanova" (edição limitada em vinil duplo, individualmente numerada de 001 a 500) com um grafismo completamente diferente do CD (com uma capa idealizada na mesma altura da original) e algumas diferenças no alinhamento (ex: inclui uma versão de "Goldfinger" cantada por Raquel Ralha).
Um memorável concerto na recta final de 1999 que teve lugar na Aula Magna em Lisboa completou o ciclo de apresentações do seu primeiro disco.
No início de 2000, JP Simões e companhia entraram em estúdio para gravar o álbum "La Toilette des Etoiles", registado nos Estúdios de Paço de Arcos da Valentim de Carvalho, com produção de Joe Gore, um músico e produtor que trabalhou com nomes como Tom Waits ou PJ Harvey. Além disso, Joe Gore coordena e produz os trabalhos da Oranj Symphonette, um grupo que lançou há um par de anos um disco com versões de temas de cinema. Foi aliás esse disco e o seu som o motivo principal para que os Belle Chase Hotel lhe tivessem dirigido o convite para se deslocar até Portugal.
O segundo disco apresentava algumas mudanças em relação ao disco de estreia. Além do francês, presente no tema título, e do português de "São Paulo 451", o grupo voltou a investir no inglês e numa série de instrumentais, como o fabuloso "Evil Rock onde se evoca o espírito de "Pulp Fiction" e onde JP Simões toca um saxofone recém-comprado. Depois, canções como "Merry Go-Wrong", "The Perfume of the Stars", "Nimarói" ou "Not Searching for the Real Thing" exploram um imaginário onde a Broadway, o cabaret, o songwriting clássico e um sentido lírico muito próprio se cruzam em interessantes e imaginativos jogos.
É assim que se descreve, na Wikipédia, os primeiros anos dos Belle Chase Hotel. Aqui recorda-se parte da entrevista concedida, em 2000, por JP Simões a Aníbal Cabrita no Programa Zona Reservada da TSF quando o álbum La Toilette des étoiles foi editado.
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 I'm a believer? |
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 O Sol ... Possível Impossível? |
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 Tango Alegre Che |
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 Absurdo? Possível ? Is not.... |
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 radiozero
Gota a gota
"Nothing is true and all is allowed" |
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 Alberto Pimenta, em entrevista na ANTENA 1, em 1993 ,falando de censura e liberdade . |
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 M.Vasquez Montalban
Conferência na Fundação Gulbenkian em Lisboa
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 Fragmentos de discurso sobre os "media"
de Adriano Duarte Rodrigues |
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 O adeus da XFM em 31 de Julho de 1997.
A última meia hora da rádio que iniciou as emissões em 11 de Outubro de 1993. |
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CROMOS TSF A rádio perfeita?! Imagine uma rádio feita à medida dos seus gostos musicais... seria espectacular ou um pesadelo. Afinal quem é que decide aquilo que você gosta de ouvir?! ( 08:48 28 de Abril 04 )
Autor: José Pedro Gomes Voz : José Pedro Gomes Sonorização : Herlander Rui
Rádio Perfeita |
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 Fragmento de Noites de Luar.
Programa de rádio emitido na Antena1 entre Abril de 1984 e Dezembro de 1985. Realização de Aníbal Cabrita com Maria Emília Correia, Graça Vasconcelos, Ricardo Saló e Pereira da Costa.
Neste fragmento que pertence à primeira emissão ,dedicada á comunicação e aos "media" , transmitida no início de Abril de 1984, ouvem-se depoimentos de Adriano Duarte Rodrigues e de vários anónimos. |
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 Rimas e Rumos da Música Portuguesa
Programa emitido na Rádio Comercial nos finais de 1983.
Realização de Aníbal Cabrita com Eduardo Paes Mamede e Vítor Consciencia.
Nesta edição destaque para "Cantar ao Sol" disco de Janita Salomé. |
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